- Sentir com o México, uma chamada a não esquecer-se de nenhuma vítima das catástrofes naturais
04-10-2017 Cidade do México, México
O Prior provincial da Província de São Nicolau de Tolentino e o vigário do México e da Costa Rica conclamam a unir vontades e a não deixar as vítimas caírem no esquecimento, mostrando o rosto solidário da Família Agostiniana Recoleta depois do terremoto do México. Quando se acabarem os focos midiáticos, a solidariedade terá de continuar.
O Prior provincial da Província de São Nicolau de Tolentino, da Ordem de Agostinianos Recoletos, Frei Sergio Sánchez, enviou recentemente uma carta a todas as comunidades agostinianas recoletas no México para indicar um plano de ação no médio e no longo prazo depois da catástrofe dos terremotos sofridos pelo país durante o mês de setembro.

O Prior provincial pediu aos religiosos que iniciem uma fase de recolhimento de informações, mais detalhado e concreto, com relação às dificuldades mais persistentes, uma vez passada a emergência e findo o resgate das vítimas sob os escombros dos edifícios que desabaram.

Agora, o olhar se há de dirigir a outras vítimas, ou seja, àquelas que não foram contempladas pelos focos midiáticos, mas que sofreram as consequências da tragédia em forma de perdas humanas, prejuízos econômicos ou em suas propriedades, enfermidades, problemas laborais…

A Família Agostiniana Recoleta encontra-se bastante estendida pelo país: agostinianos recoletos, monjas agostinianas recoletas, missionárias agostinianas recoletas, fraternidades seculares, movimento juvenil JAR, alunos e suas famílias, colaboradores pastorais e fiéis dos ministérios… É preciso que ninguém que possa necessitar de ajuda fique de fora por falta de conhecimento, informação, acesso ou proximidade da Família.

“Numa segunda fase, sem perder a urgência nem a diligência, organizar-se-á uma Campanha Solidária de captação de recursos em todos os ministérios da Província em benefício dos afetados”. Tentar-se-á organizar essa campanha sem sobrepô-la, nem fazê-la coincidir ou influir noutras já previamente organizadas no âmbito da Família Agostiniana Recoleta ou da Diocese em que se fizer presente, para evitar dificuldades técnicas de realização.

“O mundo inteiro reza quando ocorrem essas catástrofes; unamo-nos na oração com tantas pessoas que, com sua prece, mantêm a esperança no Deus que nos salva e está conosco. Nossa Senhora, a Virgem de Guadalupe, continue a ser consolo para seus filhos”, indicou Fr. Sergio Sánchez.

O principal projeto social dos Agostinianos Recoletos na Cidade do México, o Centro de Acompanhamento e Recuperação de Desenvolvimento Integral (CARDI), continua presente entre as vítimas.

Reforçaram-se os serviços do dispensário médico, colaborando-se especialmente com penicilina, paracetamol, analgésicos, desinfetantes, seringas, bandagens, gazes, máscaras, soros e elementos de primeiros socorros. A área terapêutica abriu um espaço de escuta e de acompanhamento para vítimas de perdas humanas, ou que perderam a própria moradia ou meios de subsistência, vendo-se então acometidos por depressões e outras consequências negativas.

Na terça-feira, 26 de setembro, celebrou-se uma Missa com todo o pessoal do CARDI: empregados, voluntários, terapeutas, professores, beneficiários etc. Na oração, prestou-se apoio também a todas as famílias de fiéis que sofreram alguma perda e aproximaram para receber consolo, não só humano, como também espiritual.


Mensagem do vigário do México e da Costa Rica
[Em espanhol]


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